Venda de tinteiros e toners vazios é dinheiro fácil! Verdade ou mito?

A nossa opinião:

 

A recolha de tinteiros e toners vazios é um negócio e como qualquer outro negócio, é rentável. Porém, existem alguns pormenores que normalmente quem procura parcerias se “esquece” de referir.

Temos vindo a receber muitos contatos de particulares que pretendem começar a recolher tinteiros e toners vazios em empresas ou no seu circulo de conhecimentos.

Ou porque receberam um e-mail com um anúncio dando a entender o quão fácil é enriquecer apenas a recolher tinteiros, outros porque acumularam muitos tinteiros e toners vazios e ao procurar destino para estes verificaram que até valem algum dinheiro e que independentemente do modelo ou estado, todos valem.

Infelizmente este negócio não é assim tão linear e por vezes as expetativas goram-se já tarde demais. Muitas vezes já depois até de investirem dinheiro em troca de ideias ou modelos de negócio que desconhecem por completo.

 

A maioria dos tinteiros e toners vazios originais valem dinheiro.

 

Verdade! A Maior parte dos tinteiros e toners vazios, desde que sejam originais, valem dinheiro. Será importante realçar que os tinteiros e toners de máquinas de contrato (aquelas impressoras ou fotocopiadoras que são vendidas pelas marcas em que o cliente apenas paga à cópia) raramente têm valor e neste grupo também se encontram muitos tinteiros e toners originais, o que significa que poderá estar a recolher dezenas de consumíveis originais que não têm qualquer valor.

De reforçar também que os equipamentos de contrato detêm mais de 50% do mercado das empresas de médio/grande volume, que os tinteiros comptaíveis ou reciclados (sem valor) ocupam mais de 20 % desse mesmo mercado o que significa que a cada contacto que pode fazer as hipóteses de encontrar tinteiros ou toners vazios sem valor é superior a 70 %.

 

 

Posso recolher tinteiros e toners vazios em qualquer local!

 

 

Errado! Os tinteiros e toners vazios são um resíduo, logo só podem ser transportados pelo seu detentor (quem compra), por um operador de transportes devidamente certificado ou por último um operador de resíduos também certificado para o efeito.

As coimas são elevadas tanto para as empresas que entregam os tinteiros e toners vazios a quem não esta habilitado para os receber como para quem os recebe.

 

Então como funciona realmente este negócio e como posso ganhar dinheiro com ele?

 

Não existem fórmulas mágicas o importante será ter algum conhecimento relativamente à identificação de tinteiros e toners vazios. Os que valem dos que não valem e existe a legislação que tem de ser cumprida.

 

Teremos todo o prazer em prestar a informação que é necessária para que possa entrar neste tipo de negócio e passar a ser um parceiro HappyGREEN.

Mas é importante já nesta fase ter a noção de que será basicamente um extra que poderá obter, que ninguém enriquece facilmente nesta área e que se a ideia é ganhar dinheiro,então não pague a ninguém para poder trabalhar.

 

 

 

Hoje é o Dia Mundial do Ambiente

Há quarenta anos que se comemora o Dia Mundial do Ambiente. Este ano as Nações Unidas escolheram como tema “Economia Verde: Ela te inclui?” que pretende levar cada um de nós a compreender melhor este conceito e verificar se no nosso país fazemos parte da economia verde.

 

O Dia Mundial do Ambiente é celebrado todos os anos a 5 de junho. Foi criado a 15 de dezembro de 1972 pela Assembleia Geral das Nações Unidas através da resolução 2994 (XXVII) numa Conferência sobre Meio Ambiente, ocorrida naquele ano em Estocolmo, na Suécia. Através da celebração deste dia, as Nações Unidas pretendem suscitar uma consciência ambiental nos cidadãos, organizações e classes políticas.

Este ano o Dia Mundial do Ambiente completa 40 anos. Para celebrar esta data as Nações Unidas convidam os cidadãos a partilharem as suas fotos em https://www.facebook.com/unep.org e enviar histórias e acontecimentos ambientais que ocorreram nas últimas quatro décadas para dia_mundial_ambienteUNEP.40thAnniversary@unep.org. “Queremos reunir fotos, vídeos e histórias que marquem os principais eventos, negociações e experiências relacionadas com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) nas últimas quatro décadas.” Estas experiências serão reunidas e publicadas em livro.

 

Todos os anos é escolhido um tema ambiental de destaque. O tema deste ano é a Economia Verde. A crise financeira global que vivemos atualmente que teve início em 2007 é considerada pelos economistas como a pior crise financeira desde a Grande Depressão de 1929. Esta situação económica frágil em que nos encontramos deve direcionarmos para alternativas de gestão da economia mais sustentáveis, que proporcionem maior equidade social e maior proteção dos nossos recursos naturais e meio ambiente. A Economia Verde pode ser a solução.

O PNUMA define Economia Verde como uma economia que “resulte em melhoria do bem-estar humano e da equidade social ao mesmo tempo em que reduz de forma significativa os riscos ambientais e a escassez ecológica. Na sua expressão mais simples, uma economia verde pode ser entendida como uma economia de baixo carbono, uso eficiente dos recursos e inclusão social.”

O Brasil, país em rápido crescimento económico e anfitrião da cimeira Rio +20, será a sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente. Consulte em baixo as atividades comemorativas do Dia Mundial do Ambiente que se vão realizar em Portugal.

 

Fonte: http://greentalks.blogs.sapo.pt/

“Évora: uma lixeira que se transformou em quinta solar”

“De lixeira a centro de energia solar vai uma distância muito grande, mas foi este o processo de transformação ocorrido em Évora, num terreno que foi, entretanto, requalificado e que é agora uma espécie de montra tecnológica.

Os módulos solares tem tecnologia de ponta norte-americana, mas a instalação e gestão são portuguesas.

“A célula é de uma empresa que trabalha para a NASA, que faz investigação ao mais altíssimo nível e que está agora a vir para o mercado do consumo. O prisma é de empresas ligadas à Boeing”, explicou ao Economia Verde Manuel Mira Godinho, director-executivo da Glintt.

Os painéis são móveis e não estáticos, podendo ser geridos por software – os parques são monitorizados remotamente. “Somos uma empresa com o DNA de projectos de software e engenharia, por isso fazia sentido investir aqui”, continuou Mira Godinho.

O investimento nesta central de terceira geração é de €5 milhões, deverá ser pago em sete anos e o suficiente para produzir electricidade para 800 lares. A área da energia solar fotovoltaica não é novidade para a Glintt, mas este projecto permite à empresa uma exportação de conhecimento para a América Latina ou África, locais onde o sol abunda mas que precisam de soluções eficazes para o transformar em energia.

A tecnologia usa a radiação directa e é indicada para locais com sol intenso, como o alentejano. Conheça melhor o projecto no episódio 279 do Economia Verde.

Notícia e imagem: GreenSavers